Oi gente! Encontrei por aí um artista hispânico (tinha que ser né...) chamado Eduardo Salles que retrata em suas ilustrações um pouco da realidade que vivemos com muito sarcasmo.
Hey! Como sabem, a Editora Illuminare abre as portas para os novos talentos nacionais e, depois das últimas antologias está na hora de mais uma leva de bons contos, crônicas e afins. Todas serão lançadas ao final desde ano no Rio de Janeiro. Confiram os próximos temas, tem para todos os gostos:
Olá pessoas, tudo bem?
"Soppy" é um livro em forma de quadrinhos, mais conhecida como HQ. Se você não tem o costume de ler livros assim, recomendo com o coração aberto que comece por ele. É uma leitura fácil, rápida e para fazer em menos de trinta minutos.
Hoje é dia de resenha literária. Esse eu li graças a Vanessa do blog Pensamentos Valem Ouro, do qual sou colunista. Tati Bernadi é bem conhecida, são inúmeras as postagens nas redes sociais que vejo com o nome da autora. Porém eu duvido que muita gente conheça sua real história de vida. "Depois a louca sou eu" nos mostra, através de um humor negro todos os seus dramas, crises e medicações.
Título: Depois A Louca Sou Eu
Autor: Tati Bernardi
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2015 - 144 páginas
ISBN: 978-85-3592-657-6
Em Depois a louca sou eu, Tati Bernardi escreve sobre a ansiedade com um estilo escrachado, ágil, inteligente e confessional. As crises de pânico, a mania de organização, os remédios tarja-preta e os efeitos da ansiedade em sua vida aparecem sob o filtro de uma cabeça fervilhante de pensamentos, mãos trêmulas...
Para começar, devo dizer que nunca li nada da autora. E não poderia ter acertado melhor ao escolher essa leitura. Primeiro, porque sou amante de crônicas. E segundo, porque, para quem não conhece Tati Bernardi esse é o livro que pode desnudá-la. Através de 24 crônicas, ela nos conta a ideia do livro: falar sobre os seus medos. Sem medidas, sem pudor, sem avisos. E assim o faz.
Me apresentei: “sei exatamente que merda é essa”. Apresentei o Rivotril: “você vai melhorar em poucos minutos”. Ela disse que não tomava nada “que os outros lhe dessem” e sem receita. Ainda era grossa, a maluca. Eu descartei um sublingual, dei na mão dela e lancei o mistério: “não precisa tomar, às vezes só de ter ele por perto eu já fico bem”. Voltei para o meu assento e fiquei observando. Marido, aeromoça e passageiros ao redor da menina começaram a fazer um coro: “toma, eu já tomei”. Toma, eu já tomei. Não é legal ter alguém surtando do nosso lado, lembrando que todos têm motivo para enlouquecer e que apenas os mais sãos de fato dão voz a isso. E ela tomou. E capotou em estado de graça cinco minutos depois. Como uma criança que relaxa sugando o seio da mãe depois de várias mamadeiras azedas. A garota tinha voltado para casa. O marido dela sorria tanto para mim que temi “estar rolando um lance entre nós”. Achei que era Rivotril e era só amor. Sempre. (Pág.28)
Somos apresentados a Tati criança que já tinha lá suas paranoias, a adolescente e seus (tantos) namorados psiquiatras, ao início do caso de amor com os remédios e claro, o término. Descobrimos que seu avô entrava nas pilhas dela e criava uma bolha. Tem que ser muito corajoso para nos revelar tanto de sua intimidade como Tati faz nesse livro. O leitor tem a oportunidade de se divertir (pelo bom humor) e se emocionar com as crises e ansiedade recorrentes. Mas engana-se quem pensa que ela se faz de vítima. Ao contrário, ás vezes se sente culpada, frágil... Muitas das histórias me chocaram a ponto de eu ler em voz alta para quem estivesse ao meu lado e soltasse um "ela é louca" e outros momentos eu super concordei e pensei: "também faço isso, tenho esse toque". Tati Bernardi é humana, comete erros, tem sua mente girando o tempo todo. Poderia ser qualquer um. Exceto pela habilidade com as palavras e um linguajar peculiar que a torna especial.
Estou livre, só por hoje, das listas mentais de tudo o que precisa estar certo e limpo e enquadrado. Eu que não bebo porque não gosto e porque não quero, misturo cerveja com vinho. Como maionese com sangue com manteiga com saliva de alguém que me devolve um copo que nem era meu. Chupo o restinho de batom numa bituca empretecida. Completamente desprovida de “regras para um sábado”, experimento a tarde como se enfim pertencesse ao grupo de jovens normais que curtem porque assim é que se faz e ponto final. (pág. 75)
Aos quatro anos eu tinha medo do número 5. Você faz dois tracinhos bem retinhos e “na deles”, e então vem, em total descontrole e audácia, uma barriga bem metida botando um fim na calmaria. Essa junção de formas intensamente díspares me emocionava tanto que eu travava. Eu achava bem doido o número 5. Desenhar o 5 “por aí”, tendo menos de cinco anos, era como fumar crack às escondidas dos meus pais. (Pág 39)
Eu sinceramente indico o livro a todos que já se perguntaram sobre lucidez alguma vez na vida e até os que nunca pararam para pensar na vida de quem depende de remédios como Rivotril. É duro! Vejam o outro lado da história. E quem aqui já não teve seus momentos de loucura? Fica a dica!
Besos!
Oi gente! Hoje tem um post especial do blog parceiro Falando Série. Eu amei saber um pouco mais e espero que gostem também.
Hey pessoal,
No post de hoje eu fiz uma listinha de alguns dos meus filmes favoritos da vida, aqueles que eu já vi várias vezes e praticamente já decorei todas as falas. Nessa lista não estão incluídos as animações, quem sabe eu faça uma lista especial para elas. Os filmes também não estão em ordem de preferência.
Oi gente! Julho passou voando. Tivemos poucos inscritos e espero que esse mês apareçam mais pessoas novas por aqui. Como todos sabem, as férias aqui no Rio foram transferidas para agosto por conta das Olimpíadas então esperem por muitas novidades, já que estou de férias!! Vamos ao que interessa, resumo das postagens do mês passado:
Olá pessoas, tudo bem?
"Get a Job" é um filme fraco, com personagens nem um pouco cativantes e um pouco arrastado. Apesar disso, tem uma temática bem interessante e de acordo com a realidade de muito jovem por aí que acabou de sair da faculdade e não sabe o que vai fazer da vida. Após os conturbados anos da faculdade o que mais queremos é um emprego bom e estável e a realidade é bem diferente.

Oi gente! O blog foi indicado pela Mandy do Pequenos Vícios ao selo blog fofo. Fiquei super encantada pela lembrança dela. O selo deve ser colocado na lateral do blog e eu devo indicar 10 blogs que ao meu ver, espalham fofura por aí.. Difícil, né? São tantos!











