Oi gente! Mais uma data chegando. Para muitos, o Carnaval é a melhor época do ano. Outros, como eu, preferem aproveitar o tempo livre para descansar, ir a praia, ler... e colocar filmes e séries em dia. Hoje eu trouxe alguns filmes que têm o Carnaval como tema, para não fugirmos muito do que anda acontecendo do lado de fora das nossas casas.




Mulatas! Um tufão nos Quadris, 2016.

Estrelas anônimas da nossa maior festa, as mulatas são o emblema supremo do Carnaval. Ostentam, no passo impecável, a magia e sensualidade que hipnotizam a plateia e garantem a audiência planetária do espetáculo das escolas de samba do Rio. Muito além dos holofotes da folia e da brincadeira, suas trajetórias, paradoxalmente, conjugam melancolia, solidão e humor -- além, claro, do mais profundo amor pelo Carnaval. "Mulatas! Um tufão nos quadris" contará as histórias das personagens mais cobiçadas da avenida. Os relatos montam um indispensável retrato do cotidiano de rainhas pagãs que enfrentam discriminação, assédios e carências as mais variadas com o jogo de cintura típico dos bambas. Permitem um mergulho profundo nos bastidores do maior show da Terra, muito além das fantasias que brilham na TV, numa de suas faces mais misteriosas: o chão das escolas de samba, garantia maior do vigor da festa, que cruza a passarela a vida inteira, sem que os admiradores da arte carnavalesca desconfiem da riqueza das suas histórias.



Carnaval Atlântida, 1952.

Xenofontes (Oscarito), um sisudo professor de mitologia grega, é contratado pelo produtor Cecílio B. de Milho (Renato Restier) como consultor da adaptação do clássico "Helena de Tróia" para o cinema. Dois malandros, Piro (Colé) e Miro (Grande Otelo), são admitidos como faxineiros do estúdio e sonham em transformar o épico numa comédia carnavalesca.



Orfeu do Carnaval, 1959.

Primeira versão cinematográfica da peça Orfeu da Conceição, de Vinicius de Moraes, Orfeu Negro transpõe o mito grego de Orfeu e Eurídice, uma trágica e bela história de amor, para os morros do Rio de Janeiro, durante o Carnaval. Consagrado no mundo inteiro, tendo recebido muitos prêmios, incluindo a Palma de Ouro em Cannes e o Oscar de Filme Estrangeiro, o filme foi também um dos marcos fundadores da bossa nova, trazendo músicas clássicas do gênero assinadas por Tom Jobim, Vinicius, Luiz Bonfá e Antônio Maria, como “A Felicidade”, “Manhã de Carnaval” e “O Nosso Amor”.




Mulheres do Brasil, 2006.

Telma (Roberta Rodrigues) é uma porta-bandeira, que enfrenta os problemas do cotidiano para manter a tradição familiar e, assim como a avó e a mãe, conquistar o prêmio máximo no Carnaval do Rio de Janeiro. Laura (Bete Coelho) é uma mulher que, aos 45 anos, precisa enfrentar as dificuldades de retornar ao competitivo mercado de trabalho de São Paulo, após o fim de seu casamento. Esmeralda (Camila Pitanga) é uma mulher do interior da Bahia que, desde criança, segue a fé cristã mas apresenta fortes traços de personalidade e dubiedade de um anjo-demônio. Ana (Luana Carvalho) é uma jovem universitária de Maceió que, após conhecer um casal formado por uma rendeira e um pescador, revê seus valores de vida. Já Martileide (Carla Daniel) é uma garçonete de Curitiba que, inconformada com a vida que leva em um bairro pobre, redescobre a esperança através da voz de um locutor de rádio.



Ó Pai, ó - 2007

Estrelado, em sua maioria, por atores do Bando de Teatro Olodum, o filme conta a história dos moradores de um animado cortiço no Pelourinho, em Salvador. Tudo se passa no último dia do Carnaval, quando todos se divertem em meio a muita música, dança e alegria. Até que dona Joana, uma evangélica, incomodada com a farra dos moradores, decide acabar com a festa, fechando o registro de água do prédio.




E aí, gostaram? Tem filme antigo, mais atual... que mescla com mitologia, que mostra a realidade e até bem conhecido (ó pai!) mas em todos o Carnaval predomina. Então, se não for cair na folia, caia no sofá para assisti-los!

Besos!


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