Olá pessoas, tudo bem?

Já falei sobre a adaptação desse filme para os cinemas aqui. Gostei muito quando assisti, virou até favorito, mas eu ainda tinha aquela vontade de ler o livro e saber se estava perdendo alguma coisa muito importante ou essencial. 

Acontece que eu não estava completamente errada, a adaptação foi muito boa, excelente eu diria. Porém nenhuma adaptação do mundo vai substituir as emoções, a tensão e o carinho que o leitor sente ao mergulhar na estória do livro ♥ 



Hey! Esse mês assisti ao despretensioso "The nice guys", ou em tradução "Dois caras legais". Fui sem ler nada a respeito do filme e me surpreendi. Vamos lá?


Na Los Angeles dos anos 1970, a filha de uma funcionária do Departamento de Justiça dos Estados Unidos é sequestrada e ela decide contratar Jackson Healy (Russell Crowe), brutamontes violento e ex-alcoólatra, para investigar o caso. O trabalho revela-se mais complicado do que o esperado e ele decide contar com a ajuda a um medroso e atrapalhado detetive particular (Ryan Gosling).

A sinopse não diz muito sobre o que vamos esbarrar.  Conhecemos o detetive Healy, que resolve as coisas na base da ameaça e o detetive Holland March viciado em álcool vivido por Ryan Gosling. Um é contratado por uma jovem que diz estar sendo perseguida. O outro, pela tia de uma atriz que "morreu" em um acidente de carro recentemente mas que jura que viu a neta, com essa jovem. Ai já viu, os dois acabam tendo um embate, que não acaba bem para March, e depois de perceberem que tem alguma coisa errada com essa garota e com essa morte, se unem em busca de respostas e claro, de grana. O problema é que o atrapalhado tem uma filha e a menina insiste em ajudar nas investigações, ficando em perigo em vários momentos.

Banner: Dois Caras Legais

A trama que parece simples, na verdade é bem complexa: o mistério sobre Amelia ronda durante um bom tempo e vamos descobrindo junto com os detetives o que de fato está acontecendo. Por incrível que pareça, está tudo ligado a um filme pornográfico produzido por Amelia. A jovem desaparece mas antes disso, deixa escapar que está sendo perseguida. E, de fato, outros profissionais envolvidos na produção do filme também desapareceram ou foram mortos. Com direito a festas, passeatas e tiroteio nas casas dos personagens, a comédia chega a ser pastelão em diversos momentos, porém é o estilo diferente de Russell e Ryan que faz o negócio todo funcionar. Healy é um verdadeiro brutamontes, que claro, passou por uma traição no casamento para se tornar tão solitário. Já March joga na bebida e na incompetência como detetive toda a dor que sente por ter perdido a esposa (culpa boba, dele) e ter de criar a filha sozinho.

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O QUE EU ACHEI: Catei a homenagem e as várias referências a filmes que misturam ação e comédia, principalmente por ter sido ambientado nos anos 70 e gostei do que vi: personagens que evoluem com o decorrer da narrativa, uma bússola moral (a filha) , uma dupla com química e principalmente, Ryan Gosling mostrando que não é só um galã. Eu sempre soube que o cara atuava bem, mas nesse filme, ele prova toda a sua capacidade ao interpretar um bêbado tão bem quanto Didi dos trapalhões, a cair de lugares altos, ou tentar se esconder com uma revista em uma privada. Sério, se tiver um prêmio de melhor ator de comédia, deem para ele.


No mais, eu sempre digo que os filmes têm papel de entreter e com esse não foi diferente. Curti e recomendo!


Besos!

PS: Não duvido nada de que venha uma continuação por ai, com a dupla de detetives mais desastrada dando novamente o tom.

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Data de lançamento: 21 de julho de 2016 (1h 56min)
Direção: Shane Black
Elenco: Ryan Gosling, Russell Crowe, Margaret Qualley  e mais
Gêneros: Comédia , Policial
Nacionalidade: EUA







Título: Amor Amargo/ Título Original: Bitter End
Autora: Jennifer Brown
I.S.B.N: 9788582353066
Editora: Gutenberg
Gênero: Literatura Estrangeira / Drama /  Romance
Páginas: 256
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Último ano do colégio: a formatura da estudiosa Alex se aproxima, assim como a promessa feita com seus dois melhores amigos, Bethany e Zach, de viajarem até o Colorado, local para onde sua mãe estava indo quando morreu em um acidente. O Dia da Viagem se torna cada vez mais próximo, e tudo corre conforme o planejado. Até Cole aparecer. Encantador, divertido, sensível, um astro dos esportes. Alex parece não acreditar que o garoto está ali, querendo se aproximar dela. Quando os dois iniciam um relacionamento, tudo parece caminhar às mil maravilhas, até que ela começa a conhecê-lo de verdade…


Perfeita para um sábado à tarde, a animação O Jardim das Palavras, também conhecida como The Garden of Words mundo afora, está disponível no Netflix

Lançado em 2013 – e com curtos 46 minutos de duração – a história parece ter uma premissa relativamente simples; no estilo boy meets girl, sabe? Mas vejam bem, parece.

Sim, tudo começa com um encontro ao acaso numa manhã chuvosa de inverno. Temos, inclusive, um poema “misterioso” conectando nossos protagonistas, Takao Akizuki e Yukino Yukari. Mas eu estaria mentindo se dissesse que as coisas acabam por aí. Muito pelo contrário.

O Jardim das Palavras é uma animação sobre amadurecimento, auto-questionamento e a descoberta do primeiro amor e as consequências, para o bem ou para o mal, que podem ir junto com ele.

Animação japonesa



O blog Sigo Lendo completou mais um aninho de existência, mas quem ganha o presente é você, leitor, que nos acompanha e nos ajuda nessa caminhada! Para comemorar, nos juntamos com mais cinco blogs e duas autoras parceiras para montar três kits com muito carinho! Sejam bem-vindos à festa e boa sorte a todos! 


Hey pessoal,

Hoje eu trouxe um post diferente para vocês, quando comprei esse livro não li sua sinopse então não fazia muita ideia do que se tratava, até eu sortear ele na TBR Jar e descobrir que era um livro de memórias, e ai a leitura desse livro passou de uma simples leitura para um grande aprendizado de vida.

"Uma das melhores coisas em que alguém pode acreditar sobre o mundo é que sempre, não importa como, há alguém que vale a pena querer ter ao seu lado." pág 55


Ok, uma das estreias mais aguardadas desse ano era a adaptação que conta a histórias dos vilões famosos do universo DC. Porém, conforme o filme chegou às telonas, enxurradas de críticas negativas também apareceram. Hoje eu vim contar para vocês o que achei de "Esquadrão Suicida"

Após a aparição do Superman, a agente Amanda Waller (Viola Davis) está convencida que o governo americano precisa ter sua própria equipe de metahumanos, para combater possíveis ameaças. Para tanto ela cria o projeto do Esquadrão Suicida, onde perigosos vilões encarcerados são obrigados a executar missões a mando do governo. Caso sejam bem-sucedidos, eles têm suas penas abreviadas em 10 anos. Caso contrário, simplesmente morrem. O grupo é autorizado pelo governo após o súbito ataque de Magia (Cara Delevingne), uma das "convocadas" por Amanda, que se volta contra ela. Desta forma, Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), El Diablo (Jay Hernandez) e Amarra (Adam Beach) são convocados para a missão. Paralelamente, o Coringa (Jared Leto) aproveita a oportunidade para tentar resgatar o amor de sua vida: Arlequina.


Olá  pesoas, tudo bem?

O filme de hoje tem no elenco Robin Williams, Mila Kunis, Peter Dinklage, Melissa Leo, entre outros. É um drama com toque de humor que te leva a refletir um pouco sobre os vários momentos da vida que não soubemos aproveitar da maneira que deveríamos, assim como questões de vida e morte. "O que faria se soubesse quanto tempo lhe resta?", essa é a pergunta da vez.






Hey! Como sabem, a Editora Illuminare abre as portas para os novos talentos nacionais e, depois das últimas antologias está na hora de mais uma leva de bons contos, crônicas e afins. Todas serão lançadas ao final desde ano no Rio de Janeiro. Confiram os próximos temas, tem para todos os gostos:





Hoje é dia de resenha literária. Esse eu li graças a Vanessa do blog Pensamentos Valem Ouro, do qual sou colunista. Tati Bernadi é bem conhecida, são inúmeras as postagens nas redes sociais que vejo com o nome da autora.  Porém eu duvido que muita gente conheça sua real história de vida. "Depois a louca sou eu" nos mostra, através de um humor negro todos os seus dramas, crises e medicações.


Título: Depois A Louca Sou Eu
Autor: Tati Bernardi
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2015 -  144 páginas
ISBN: 978-85-3592-657-6


Em Depois a louca sou eu, Tati Bernardi escreve sobre a ansiedade com um estilo escrachado, ágil, inteligente e confessional. As crises de pânico, a mania de organização, os remédios tarja-preta e os efeitos da ansiedade em sua vida aparecem sob o filtro de uma cabeça fervilhante de pensamentos, mãos trêmulas...


Para começar, devo dizer que nunca li nada da autora. E não poderia ter acertado melhor ao escolher essa leitura. Primeiro, porque sou amante de crônicas. E segundo, porque, para quem não conhece Tati Bernardi esse é o livro que pode desnudá-la. Através de 24 crônicas, ela nos conta a ideia do livro: falar sobre os seus medos. Sem medidas, sem pudor, sem avisos. E assim o faz.

Me apresentei: “sei exatamente que merda é essa”. Apresentei o Rivotril: “você vai melhorar em poucos minutos”. Ela disse que não tomava nada “que os outros lhe dessem” e sem receita. Ainda era grossa, a maluca. Eu descartei um sublingual, dei na mão dela e lancei o mistério: “não precisa tomar, às vezes só de ter ele por perto eu já fico bem”. Voltei para o meu assento e fiquei observando. Marido, aeromoça e passageiros ao redor da menina começaram a fazer um coro: “toma, eu já tomei”. Toma, eu já tomei. Não é legal ter alguém surtando do nosso lado, lembrando que todos têm motivo para enlouquecer e que apenas os mais sãos de fato dão voz a isso. E ela tomou. E capotou em estado de graça cinco minutos depois. Como uma criança que relaxa sugando o seio da mãe depois de várias mamadeiras azedas. A garota tinha voltado para casa. O marido dela sorria tanto para mim que temi “estar rolando um lance entre nós”. Achei que era Rivotril e era só amor. Sempre. (Pág.28)

Somos apresentados a Tati criança que já tinha lá suas paranoias, a adolescente e seus (tantos) namorados psiquiatras, ao início do caso de amor com os remédios e claro, o término. Descobrimos que seu avô entrava nas pilhas dela e criava uma bolha. Tem que ser muito corajoso para nos revelar tanto de sua intimidade como Tati faz nesse livro. O leitor tem a oportunidade de se divertir (pelo bom humor) e se emocionar com as crises e ansiedade recorrentes. Mas engana-se quem pensa que ela se faz de vítima. Ao contrário, ás vezes se sente culpada, frágil... Muitas das histórias me chocaram a ponto de eu ler em voz alta para quem estivesse ao meu lado e soltasse um "ela é louca" e outros momentos eu super concordei e pensei: "também faço isso, tenho esse toque". Tati Bernardi é humana, comete erros, tem sua mente girando o tempo todo. Poderia ser qualquer um. Exceto pela habilidade com as palavras e um linguajar peculiar que a torna especial.


Estou livre, só por hoje, das listas mentais de tudo o que precisa estar certo e limpo e enquadrado. Eu que não bebo porque não gosto e porque não quero, misturo cerveja com vinho. Como maionese com sangue com manteiga com saliva de alguém que me devolve um copo que nem era meu. Chupo o restinho de batom numa bituca empretecida. Completamente desprovida de “regras para um sábado”, experimento a tarde como se enfim pertencesse ao grupo de jovens normais que curtem porque assim é que se faz e ponto final. (pág. 75)

Aos quatro anos eu tinha medo do número 5. Você faz dois tracinhos bem retinhos e “na deles”, e então vem, em total descontrole e audácia, uma barriga bem metida botando um fim na calmaria. Essa junção de formas intensamente díspares me emocionava tanto que eu travava. Eu achava bem doido o número 5. Desenhar o 5 “por aí”, tendo menos de cinco anos, era como fumar crack às escondidas dos meus pais. (Pág 39)

Eu sinceramente indico o livro a todos que já se perguntaram sobre lucidez alguma vez na vida e até os que nunca pararam para pensar na vida de quem depende de remédios como Rivotril. É duro! Vejam o outro lado da história. E quem aqui já não teve seus momentos de loucura? Fica a dica!





Besos!



Hey pessoal,

No post de hoje eu fiz uma listinha de alguns dos meus filmes favoritos da vida, aqueles que eu já vi várias vezes e praticamente já decorei todas as falas. Nessa lista não estão incluídos as animações, quem sabe eu faça uma lista especial para elas. Os filmes também não estão em ordem de preferência.


Oi gente! Julho passou voando. Tivemos poucos inscritos e espero que esse mês apareçam mais pessoas novas por aqui. Como todos sabem, as férias aqui no Rio foram transferidas para agosto por conta das Olimpíadas então esperem por muitas novidades, já que estou de férias!! Vamos ao que interessa, resumo das postagens do mês passado:



 Olá pessoas, tudo bem? 

"Get a Job" é um filme fraco, com personagens nem um pouco cativantes e um pouco arrastado. Apesar disso, tem uma temática bem interessante e de acordo com a realidade de muito jovem por aí que acabou de sair da faculdade e não sabe o que vai fazer da vida. Após os conturbados anos da faculdade o que mais queremos é um emprego bom e estável e a realidade é bem diferente.